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Histórias de torcedores que morreram de amor pelo Asa

O Gigante tem no registro da sua história de lutas conquistas e vitórias o registro de torcedores que não resistiram a alegria de vitórias memoráveis conquistadas pelo alvinegro registrada em pleno estádio Coaracy da Mata Fonseca, o tradicional Fumeirão.

10/04/2022 12h13
Por: Redação Fonte: Roberto Gonçalves
Histórias de torcedores que morreram de amor pelo Asa

A história de torcedores fanáticos pelos seus clubes de coração no Brasil e em Alagoas e particularmente em Arapiraca registram fatos tristes a exemplo de mortes de torcedores que não resistem as emoções nos mais diferentes estádios de futebol do Brasil de Alagoas e particularmente de Arapiraca. A terra de Manoel André tem uma torcida fiel e apaixonada pela Agremiação Sportiva Arapiraquense (Asa).

O Gigante tem no registro da sua história de lutas conquistas e vitórias o registro de torcedores que não resistiram a alegria de vitórias memoráveis conquistadas pelo alvinegro registrada em pleno estádio Coaracy da Mata Fonseca, o tradicional Fumeirão.

O torcedor Antônio Barbosa da Silva no dia 19 de setembro de 1979 em uma competição entre o Clube de Regatas Brasil (CRB) e a Agremiação Sportiva Arapiraquense (Asa). o jogo transcorria com muita emoção e alegria da torcida  como placar de Asa 1 CRB 1, quando o árbitro assinalou um pênalti para o Asa Um momento de muita expectativa, ansiedade e grande emoção da torcida alvinegra.

O craque em cobrança de pênalti falta máxima e escanteios foi convocado para a cobrança; Numa cobrança perfeita, Carioca decidiu o jogo com a vitória dl alvinegro arapiraquense. Naquele momento de grande alegria e euforia da torcida alvinegra, o coração de Antônio Barbosa da Silva não resistiu e em pleno Estádio Municipal faleceu de amor pelo seu time de coração.

A história do futebol arapiraquense não registra penas esse episódio. Ocorreu um outro, Joselito conhecido popularmente como Baiano. Era funcionário da empresa fumageira Amerino Portugal, em cujo campo da empresa o Asa realizada os seus treinamentos, foi vítima dessa emoção maior.

A alegria transbordou juntando-se a Antônio Barbosa que não resistiram e morreram de amor e alegria em pleno calor da disputa da grande vitória do alvinegro arapiraquense.

*Com dados do livro Asa 36 anos de autoria do jornalista Fernando Valões. Este texto é parte integrante do meu livro a ser lançado brevemente.

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