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Política Justiça

Arlindo Garrote e Aldo Lira são afastados de cargos públicos após pedido da Polícia Federal

Processo corre em segredo de justiça

15/09/2021 12h27 Atualizada há 1 semana
Por: Roberto Gonçalves
Arlindo Garrote e Aldo Lira são afastados de cargos públicos após pedido da Polícia Federal

O prefeito do município de Estrela de Alagoas, Aldo Lira, e o ex-prefeito Arlindo Garrote foram afastados dos cargos públicos que ocupam após um pedido feito pela Polícia Federal à Justiça, durante a Operação Auratium.

 

O pedido foi acatado pelo juiz da 12ª Vara da Justiça Federal de Alagoas. Atualmente, Arlindo Garrote trabalha como coordenador da Coordenadoria Estadual do Departamento Nacional de Obras e Secas (DNOS).

 

No momento, o processo que envolve o sobrenome Garrote corre em segredo de Justiça, porém a expectativa é que os pedidos de afastamento sejam cumpridos ainda nesta quarta-feira, dia 15, pela Polícia Federal. 

 

Aldo Lira se pronunciou em nota sobre o afastamento: "Venho por meio desta esclarecer que estou ciente da decisão judicial, e que juntamente com os meus advogados, vou recorrer da decisão, afim de esclarecer os fatos".

 

Arlindo Garrote ainda não se posicionou.

 

Operção Aurantium

 

A operação, desencadeada pela Polícia Federal, investiga um esquema fraudulento com participação de agentes públicos do município de Estrela de Alagoas, juntamente com supostos empresários, contadores e laranjas. 

 

O grupo, segundo a investigação da PF, teria fraudado dois procedimentos licitatórios, nos anos de 2013 e 2017, a fim de justificarem as contratações de três empresas inidôneas, que serviram apenas para emitirem notas fiscais frias visando acobertar os vultosos desvios de recursos públicos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, Programa Nacional do Transporte Escolar PNATE e Sistema Único de Saúde

 

De acorodo com as investigações, já foi comprovado que o grupo causou um prejuízo de quase R$ 20 milhões aos cofres do município.  Tais contratações fraudulentas perduraram de 2013 até 2015 e de 2017 até 2020. Os policiais federais identificaram que, entre 2013 e 2015, a empresa contratada, que existia apenas “no papel”, recebeu  R$ 12.951.213,73 dos cofres públicos de Estrela de Alagoas, sendo comprovado que aproximadamente R$ 10.000.000,00  foram sacados “na boca do caixa”, logo após o dinheiro sair dos cofres do município.

 

Devido ao segredo de justiça no processo, ainda não é possível divulgar maiores detalhes sobre a investigação com o objetivo de não atrapalhar o andamento da operação.O 

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