Este último final de semana foi decisivo para 25 pessoas selecionadas no Programa Guardiões da Caatinga. Foi o primeiro passo para se tornarem verdadeiros agentes ambientais a serviço do bioma da região do Agreste alagoano.

 

O Guardiões da Caatinga é uma iniciativa da Mineração Vale Verde (MVV) em parceria com o Instituto SOS Caatinga, que contou em seu processo seletivo com mais de 200 inscritos das cidades de Arapiraca e Craíbas, onde está situado o Projeto Serrote.

 

Neste sábado (7) e domingo (8), dando assim início às aulas do Programa, aconteceram dois encontros na Escola de Ensino Fundamental Ana Carolina Queiroz, no Centro do município craibense.

 

"Apesar desse nosso bioma ter grande capacidade de regeneração, é importante que possamos olhar para ele de uma maneira mais acolhedora. Ele nos envolve; é o nosso lar. Precisamos cuidar da nossa 'casa'. Por isso, a relevância desse Programa em parceria com uma ONG 100% engajada com a preservação da caatinga. Isso demonstra a preocupação da MVV e do Instituto com o meio ambiente e, também, com a inclusão social, já que o Guardiões da Caatinga é direcionado para pessoas com mais de 30 anos e que estão fora do mercado de trabalho formal", ressalta a analista de Relações Comunitárias da MVV, Gyslane Chaves.

 

ENCONTROS MENSAIS

 

Segundo Marcos Araújo, presidente do SOS Caatinga, os alunos foram bastantes participativos na aula inaugural.

 

“Nesse nosso primeiro contato, os estudantes habilitados e selecionados para o Programa já apresentaram um ótimo desempenho”, diz.

 

Para ele, a parceria com a MVV é muito importante para a região.

 

“Esse projeto é inédito, assim como essa nossa parceria com a MVV. É a realização de um sonho para nós do Instituto. Afinal, passamos mais de um ano ajustando o Guardiões da Caatinga junto à MVV para que o Programa se adequasse da melhor forma ao nosso público-alvo. Agora, iniciamos a formação desses futuros guardiões ambientais, que serão capacitados na criação e orientação de grupos sociais, sobretudo, na região onde vivem. O intuito maior é promover o conhecimento acerca da fauna, flora e ecoturismo local como forma de melhoria para as áreas beneficiadas pela mineradora”, completa Marcos Araújo, à frente da ONG que tem sede em São José da Tapera-AL.

 

Os encontros ocorrerão sempre no primeiro final de semana, uma vez por mês, durante um ano. Agora, em novembro, foram abordados temas com conteúdos sobre Segurança do Trabalho e raízes de plantas nativas.

 

Cada estudante, por sua vez, está contando com uma bolsa-auxílio de R$ 50 para cada participação. Isto é, R$ 100 por fim de semana concluído, somando-se R$ 1.200 ao final do curso – os que participarem de 80% das aulas também receberão um certificado.

 

Vale salientar que a participação no Programa Guardiões da Caatinga não constitui qualquer vínculo empregatício com a MVV e/ou demais parceiros.

 SOBRE A APPIAN

 Desde 2018, 100% do capital da MVV pertence a um fundo de investimentos administrado pela Appian Capital Advisory LLP focado em mineração. O fundo também possui um ativo no Brasil no município de Itagibá (BA), denominado Atlantic Nickel, com foco na produção de concentrado de níquel sulfetado e capacidade nominal de 120 mil toneladas/ano, que voltou a operar em janeiro de 2020. Sediada em Londres, a Appian possui ainda escritórios em países como África do Sul e Canadá.